4 funerais e 1 jogo de Tetris

No espaço de dois dias, quatro familiares de pessoas que trabalham juntas foram desta para melhor. Assim: tumba, tumba, tumba, tumba. Contagion by proxy? Ao contrário da Margarida Rebelo Pinto, eu acredito em coincidências. É o melhor.

Caso vos aconteça uma coincidência destas eis o que devem e não devem fazer:
-Jamais tentar compôr um epitáfio no comboio de regresso a casa. As outras pessoas não tem culpa que só visses a tua avó uma vez por ano e não saibas bem o que escrever. Poupa-as.
-Tentar bater o record de 200 linhas em modo Marathon no Tetris. As pecinhas azuis compridas ajudam em todas as ocasiões.

8 comments
  1. Eh pá, hoje parece que estamos sintonizados.
    Se não sabes o que dizer, ouve música. Jazz :)

    1. Podes crer, já fui ler. Jazz, não. Mas a música é sempre um bom conselho. Obrigado.

  2. Já me ocorreram pelo menos meia dúzia de piadas sobre este assunto. Eis outra coisa que não se deve fazer ;)

    1. Não deve, mas é inevitável. Eu tenho um sentido de humor mesmo estúpido. Desatei à gargalhada no funeral do meu avô, quando era mais novinha, ao ver uma careta que a minha prima fez e ontem… digamos que uma frase que o padre disse me fez pensar na série “Walkind Dead” e o insólito da situação fez-me morder os lábios para não rir outra vez.

  3. Paz às suas almas.
    Já do Tetris…abomino. Pior que Tetris só o das cobras. Jogos do Demo, I tell you, jogos do Demo!

    1. Cobras também é bom… mas já não tenho neste telefone. Tetris é o melhor jogo de sempre. Qual Battlefield…

  4. Realmente as peças compridas ajudam!

    Quanto ao resto prefiro não dizer nada, o silêncio nestes casos é o melhor.

    1. Estou contigo. Eu nunca sei o que dizer MESMO.

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