Alexandra lê os jornais

Desta coisa meio sobrenatural que são mãos que saem de arbustos, só me ocorre partilhar aqui que até para aí aos doze anos estive plenamente convencida que se dizia “arbustro”. Ainda tenho dificuldade em aceitar ar-bus-to. É uma palavra que não tem piadinha nenhuma! Se um “tro” não ficava ali muito mais engraçado…
Outra coisa que também pouca piada tem mas eu conto às pessoas de qualquer forma, é que o meu avô era de Poço de Boliqueime. Tinha umas mãos grandes e ensinou-me a cavar batatas, que são túberculos que dão belos arbustos verdinhos.
E pronto, isto é o máximo que se dá aqui em matéria de política.

4 comments
  1. Se eu confessasse aqui todas as palavras que durante anos me iludiram… ias ficar a achar que sou uma atrasada mental :P

    1. Confessa lá que eu tenho mais!

  2. A minha palavra-vergonha era “vegestação”. Quando me dei conta da calinada teria dado jeito ter um “arbustro” alheio por perto para passar despercebida.
    E entretanto fiquei aqui a matutar acerca da importância dos “arbustros” verdes na economia, na polémica alteração de Poço para Fonte de Boliqueime e na função dos espantalhos e…

    1. Pelos visto temos tendência para aldrabar o reino vegetal, tu e eu!

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