BEST OF “A Grande” #1

“A primeira vez que aconteceu foi numa festa da aldeia, à noitinha. No balancé com o meu irmão, para trás e para frente, os meus pais na conversa com primos e primas. A minha camisola da She-ra, o meu rabo de cavalo gingão e um espertalhão de 20 anos, capacete de mota debaixo do braço, símbolo dos Iron Maiden algures. Eu tinha 11 anos, corpo de 15, a altura que se sabe. Posso-te conhecer?”

Há por aqui um número significativo de novos leitores que não conhecem da missa a metade. Para os orientar espiritualmente lembrei-me de recuperar de vez em quando alguns posts antigos que até me saíram bem jeitosos ou que continuam a ser visitados, semana após semana, sem eu saber bem porquê. É o caso deste a que pertence o excerto. Todos os dias aparece na lista de artigos lidos. Porque será?

 

2 comments

  1. Pulha

    Nunca tinha lido o teu outro post (nem sabia que estavas de regresso, pá) mas julgo que agora é o momento oportuno para expressar que as festas de aldeia a mim (Pulha urbano) em concreto sempre me fazem lembrar a matança do porco. Associo muito uma à outra, algures nas férias da minha infância, não sei exactamente porquê (será dos intervenientes? o porco como origem ou como consequência? tantas questões por responder). Espero não estar a ferir susceptibilidades e agradeço ter podido intervir. (isto sou eu a mandar um beijo para as alturas)

    • Alexandra

      Os porcos matam-se no Inverno por isso, ou a tua aldeia é daquelas raríssimas aldeias que desprezam Agosto para as suas principais festividades, ou então estás a lembrar-te de algum Carnaval. Agora o porco como sinónimo de festa não é nada estranho. Viva a febra, o chouriço assado e o que mais houver!
      E um bejio para ti também.

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