coisas em grupo

Não sou nada boa nisso. Os outros atrasam-me, enervam-me. As minhas opiniões são melhores que as deles, claro, mas não consigo explicá-las bem sem pôr a mão na massa. Sozinha. Dá muito trabalho e, ao fim e ao cabo, sou mil vezes melhor a solo.

E depois há duetos improváveis e queridos desconhecidos que (quase) nos lêem os pensamentos:

Tinha acordado às voltas com o raio da frase. “Engrossa cabelinho, engrossa cabelão”. Não sabia se era resto de sonho, profecia, ou memória de um anúncio televisivo a um tónico capilar. A medo, passou a mão pela cabeça, mas nenhuma medusa se lhe tinha mudado para o escalpe.
Tomou um RedBull para acalmar e pensou: não deve ser nada, como da outra vez que passei uma semana a pensar na frase “tenho uma lágrima no canto do olho” e foi-se a ver nem era uma música, era um pionés que lá ficou depois da rixa na aula de trabalhos manuais.

(Coisas boas de andar por aqui. Isto e o header que hei-de fazer para o Pipoco, quando passar o calor ;))

One comment

  1. Mak, o Mau

    Que parvoíce. É muito fraquinho. Não tem ponta por onde se lhe pegue. Há ideias que não lembram ao demo. Isto é o equivalente a uma flatulência literária.

    (modo protecção di Leidi on) :D

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