Deixar vir a mim as criancinhas

Os vizinhos de cima berram “Goooooooolo!”, o chão estremece. Correm os dois segundos do lag temporal entre a Zon de cima e o Meo de baixo e, na sala, explode igual berraria. A criancinha, quase um bebé ainda, revira os olhos com desprezo divertido e articula, a pronúncia quase perfeita, o “r” só um nadinha mastigado:

“Jesus Christ!”

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