Já agora, a Mariana

Não podemos falar de miseráveis sem chamar a Mariana para a conversa. Ando há que tempos à procura de um pretexto para mencionar esta miúda que se diz miserável mas é, afinal, admirável. Se a coisa estiver a ficar muito bonita, começa-se de novo, diz ela, e eu adoro os bonecos retorcidos, façanhudos, engelhados e, convenhamos,  a tender para o horroroso que saem daquela mente.  Hoje, Mariana, a Miserável, cabe no tema. Descubram-na.

Podem começar pelo meu retrato, olhem só (não é, mas podia ser, eu não uso peúga branca):

 

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